A biodegradação das embalagens e produtos recicláveis d2w da Symphony/RES Brasil nos oceanos provou ser indubitável

A biodegradação das embalagens e produtos recicláveis d2w da Symphony/RES Brasil nos oceanos provou ser indubitável
Fonte: ABRE

A Symphony Environmental e RES Brasil tem o prazer de anunciar a conclusão bem-sucedida do estudo Oxomar de 5 anos patrocinado pela Agence National de Recherche (ANR) da França.

Este estudo fornece mais dados científicos abrangentes e confiáveis sobre o desempenho do d2w nos oceanos. O estudo teve uma abordagem multidisciplinar, incluindo física, química e biologia.

Destaques do estudo:

1-A biodegradação provou ser indiscutível em ambiente marinho.

2-Correlação direta dos resultados do laboratório com as condições do mundo real. Isso é crítico e extremamente positivo, porque até agora se duvidava que os resultados de laboratório pudessem demonstrar desempenho em condições da realidade marinha.

3-Prova de transformação em oligômeros biodegradáveis, e não mais como os plásticos comuns encontrados na natureza.

4-Não tóxico para criaturas marinhas.

O relatório sobre este estudo científico inovador foi submetido à Agence Nationale de la Recherche. A Symphony contribuiu para os custos do projeto e o plástico oxibiodegradável estudado no projeto continha os masterbatches oxibiodegradáveis d2w da empresa.

O relatório confirma as descobertas dos cientistas em seu relatório provisório de setembro de 2020 de que “Os plásticos oxibiodegradáveis se biodegradam na água do mar e fazem isso com uma eficiência significativamente maior do que os plásticos convencionais”, e que “O nível de oxidação obtido devido ao catalisador pró-degradante d2w foi considerado de crucial importância no processo de degradação”.

O relatório confirma os estudos da Queen Mary University London e da Station d’Essais de Vieillissement Naturel de Bandol, que aplicaram diferentes técnicas científicas para comprovar a biodegradação do plástico d2w no ambiente marinho, sem deixar resíduos tóxicos.

O estudo combinou e comparou dinamicamente testes e estudos realizados diretamente em condições marinhas, bem como em condições de laboratório. Cepas bacterianas encontradas em águas marinhas foram utilizadas e incubadas em águas marinhas sob condições de temperatura (> 18 °C) normalmente encontradas no oceano.

O estudo provou que os processos de biodegradação de plástico observados em condições de laboratório são transferíveis para as condições marinhas da vida real. Os cientistas confirmaram especificamente que a degradação acelerada não invalida os resultados dos experimentos.

A taxa de biodegradação e a relação entre a geração de biomassa e a produção de CO2 também foram cuidadosamente estudadas.

Os testes de toxicidade no Oxomar foram mais completos do que em quaisquer estudos anteriores, e uma ampla variedade de criaturas marinhas em diferentes níveis tróficos foi examinada.

Os artigos científicos decorrentes deste estudo já foram publicados em revistas científicas, e os resultados foram apresentados em 13 conferências internacionais.

Considerando que:

a- Oceanos são o berço de 80% das espécies existentes no planeta*;

b- Algas marinhas absorvem 4 vezes mais CO2 do que a floresta amazônica e geram até 85% do Oxigênio do planeta*,

c- Oceanos representam quase ¾ da superfície do planeta**;

d- Um estudo da Ellen MacArthur Foundation prevê que em 2050 a quantidade de plástico nos oceanos seja maior do que a quantidade de peixe se não forem tomadas medidas urgentes**;

e- Os oceanos recebem anualmente mais de 25 milhões de toneladas de resíduos, sendo que cerca de 80% têm origem nas cidades e correspondem ao lixo que não é coletado e tem destinação inapropriada***.
Michael Laurier CEO da Symphony e Eduardo Van Roost da RES Brasil disseram “Nenhum governo ou cliente pode agora ter qualquer dúvida de que o plástico reciclável e oxibiodegradável d2w se biodegrada adequadamente em ambiente aberto e não é tóxico.”

Sobre Oxomar:

O projeto Oxomar é um projeto de pesquisa fundamental patrocinado pela Agência Nacional de Pesquisa da França e coordenado pelo CNRS LOMIC. Combina a expertise dos laboratórios públicos CNRS-LOMIC, CNRS-ICCF e IFREMER-Nantes, o CNEP, e o parceiro do Reino Unido Stmphony Environmental Technologies PLC. O projeto começou em outubro de 2016.

Fontes:

*Documentário Seaspiracy – Netflix

**National Geographic Brasil – https://www.nationalgeographicbrasil.com/perpetual-planet/2018/06/tudo-o-que-voce-precisa-saber-sobre-os-oceanos;

***Agência Brasil – https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2018-03/cerca-de-80-dos-residuos-encontrados-nos-oceanos-tem-origem-nas-cidades (Fonte: RES Brasil, maio de 2021)

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