União Europeia proíbe descartáveis plásticos até 2021

União Europeia proíbe descartáveis plásticos até 2021
Fonte: Plásticos em Revista

Comentário do Instituto IDEAIS
Essa decisão ainda precisa ser ratificada. Um dos aspectos mais positivos é o banimento dos plásticos oxidegradáveis (oxodegradable ). Estes plásticos, assim como os plásticos comuns, vão degradar e gerar microplásticos.
Uma ótima decisão que também deveria servir de inspiração para o Brasil acabar de vez com plásticos que esfarelam mais não biodegradam e que são distribuídos no Brasil.
Oxidegradável é muito diferente dos oxiBIOdegradáveis certificados em conformidade com normas nacionais e internacionais.
Continuando a matéria principal…

Decisão parlamentar penaliza produtos que tenham substitutos sem risco de poluição ambiental
Está aberta a contagem regressiva para descartáveis plásticos na União Europeia (UE). Resolução tomada em 23 de outubro pelos legisladores do mercado comum reunidos no Parlamento em Estrasburgo engrossou a pressão pelo banimento, até 2021, de artefatos plásticos de uso único, a exemplo de canudos, cotonetes, recipientes de poliestireno expandido (EPS) e embalagens contendo componentes oxidegradáveis, conforme noticia a agência Reuters. O rol dos descartáveis plásticos proscritos envolve produtos com alternativas já disponíveis e em sintonia com o ideário da sustentabilidade e economia circular. A decisão parlamentar também obriga os países integrantes da UE a reciclarem 90% das garrafas plásticas ali consumidas e os transformadores dessas embalagens deverão contribuir com verba para custear o manejo dos resíduos coletados e despachados para a reciclagem. Segundo foi divulgado, a UE hoje recicla em torno de 6 milhões das 25 milhões de toneladas de lixo plásticos que gera por ano. A decisão tomada com amplo apoio em Estrasburgo visa combater a poluição marinha e reflete, assinala a Reuters, preocupação com o fim da recuperação de sucata determinado pelo governo chinês e a impaciência de políticos e ativistas da UE com a tramitação de medidas em países emergentes para lidar de forma adequada com o refugo poluente. As normas finais da decisão da Comissão Europeia devem passar ainda pela aprovação dos países membros e, apesar de eventuais resistências, já é vista como a ansiada colocação em prática da retórica da sustentabilidade. “É a primeira estratégia no mundo a olhar por completo a questão dos plásticos na nossa economia” declarou para a Reuters Frans Timmermans, primeiro vice presidente da Comissão Europeia.
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