Plástico de fonte renovável e a perda da biodiversidade

Plástico de fonte renovável e a perda da biodiversidade
Relatório da ONU mostrou que até um milhão de espécies podem ser extintas.
E o que isso tem a ver com plásticos de fonte renovável?
Tudo. A monocultura de plantas, por exemplo cana de açúcar para produzir etanol para ser polimerizado em Polietileno não biodegradável, ou de fontes de amido como milho e mandioca para produzir PLA para ser utilizado em plásticos hidrobiodegradáveis e compostáveis tem enorme potencial impacto na perda da biodiversidade.
Qual o sentido em utilizar terras férteis e a já escassa água para plantar monoculturas para produzir plásticos descartáveis e que não vão biodegradar em ambiente aberto, como é o caso dos compostáveis?
Vale a pena derrubar matas e florestas, usar agrotóxicos, acabar com a fauna e a flora que antes existiam, esgotar o solo e recursos hídricos para plantar plásticos num planeta onde se passa fome?
Veja a notícia:

ONU em alerta: Humanos podem extinguir até um milhão de espécies
Fonte: Sabado
Até um milhão de espécies encontram-se em risco de extinção devido à influência humana. A garantia é dada pelas Nações Unidas (ONU) num relatório preliminar, avançado pela AFP, que cataloga as formas como a Humanidade comprometeu os recursos naturais dos quais a sua própria sobrevivência depende.

A rápida perda de ar puro, água potável, florestas que absorvem CO2, insetos polinizadores e peixes ricos em proteína constitui uma ameaça tão grande como as alterações climáticas, revela o relatório – que será apresentado a 6 de março.
Leia o artigo sobre o relatório da ONU aqui

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