As novas leis do canudinho: muito barulho por nada – BI 07/08/2018

Boletim do Instituto IDEAIS – BI 07/08/2018
Fonte: Instituto Liberal
É um hábito comum dos ambientalistas dar muito peso às boas intenções e muito pouco aos bons resultados. Há exceções, é claro. Mas, no geral, os ecologistas tendem a ser galvanizados por motivos idealistas e, não raro, pouco científicos.

Um bom exemplo desse fenômeno é o atual fetiche por banir os canudinhos de plástico para reduzir a poluição dos oceanos. No mês passado, o município do Rio de Janeiro tornou-se o primeiro do Brasil a criar uma legislação banindo o uso de canudinhos plásticos e obrigando o utilização de canudos biodegradáveis, muito mais caros, pouco práticos e anti-higiênicos. Isso quer dizer que, na hora de beber aquela água de coco gelada na praia, você terá de utilizar um copinho com muito mais plástico, e não mais o canuninho. Parece piada, mas é verdade.

Como a imprensa deu muito destaque à lei carioca, geralmente em tom de aprovação, rapidamente alguns parlamentares federais se adiantaram para propor, no Congresso Nacional, uma lei para proibir a fabricação e comercialização dos famigerados canudinhos em todo país.

O problema é que essas leis são propostas e votadas sem um mínimo de cuidado ou estudo de impacto sério.
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